Por que a procura por livros de fantasia disparou durante a pandemia
 



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Por que a procura por livros de fantasia disparou durante a pandemia

O Globo - Bolívar Torres


Confinada desde o início da pandemia, a engenheira ambiental Bia Sousa, 25 anos, achou uma maneira de driblar a monotonia sem quebrar protocolos sanitários. Ao se iniciar nos livros de fantasia em meados do ano passado, a belo-horizontina encontrou um passaporte para mundos mágicos onde o coronavírus não tem vez. Como o universo da semifada Bryce Quinlan, personagem da trilogia “Cidade da Lua Crescente”, que luta com lobos e arcanjos. Ou ainda as reinterpretações de mitos clássicos de Percy Jackson, um adolescente que interage com deuses gregos.

Blogueira de livros, ela passou a compartilhar suas novas experiências para os mais de 21 mil seguidores de seu perfil no Instagram, @berco.literario. Pelo feedback dos leitores, ela acredita não ser a única a passear pelas estranhas terras descritas nos livros do gênero. E não é. Uma recente pesquisa da Nielsen, encomendada pelo Grupo Record, comprova essa impressão. Segundo a empresa global de dados, o segmento de fantasia foi o que mais cresceu no mercado editorial, com 61% de aumento no volume de vendas desde março de 2020.

— Sempre que pegava um desses livros eu esquecia de toda a realidade caótica ao meu redor — diz Bia, que costuma participar de sprints (leituras coletivas e maratonas on-line) com os amigos. — Parece que abrimos uma porta e nos trasportamos para outro lugar. Era tudo o que eu estava precisando, e que, confesso, ainda preciso.


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