Analisando o resultado fornecido pela Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, com Estudo coordenado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), com apuração da Nielsen BookData, em quase duas décadas o mercado editorial registra uma queda das vendas literárias. Entre os anos de 2006 e 2024 há uma diminuição de 30% das transações, incluindo as feitas com o governo, por meio dos planos de compra de livros. Sem o auxílio das compras governamentais, a porcentagem passa para 44%, sendo o quinto ano consecutivo de baixa.
Em contrapartida, o conteúdo digital dos e-books e audiolivros registraram um crescimento de 200% desde seu primeiro ano de registro, em 2019. Possíveis hipóteses comentam que os livros digitais são mais baratos que os físicos e a sua facilidade de mobilidade quando se trata de quantidade. Atualmente, o mercado digital representa 9%.
Dentro dos subsetores, o Religiosos é o que apresenta maior desempenho, mesmo esse registrando uma perda de 10% no faturamento ao longo dos últimos 19 anos. Entre as editoras de livros científicos, técnicos e profissionais, 2024 registrou o melhor desempenho anual em termos reais da década, mesmo tendo registrado uma queda real de 2% nas vendas.
Analisando ainda mais os subsetores como CTN (científicos, técnicos e profissionais), Didático, Obras Gerais e Religioso, podemos analisar uma certa diferença na participação de cada um no mercado literário, representada no gráfico abaixo:

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