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O futuro tende a livrarias menores e segmentadas

Folha de São Paulo


De acordo com o artigo de opinião, não é surpresa a notícia de que livrarias de grande porte, como a Saraiva e a Cultura, estejam passando por dificuldades. Diante da internet, onde informações de todos os tipos e mídias de todos os formatos passam a ser gratuitas, o mercado deveria reagir de forma adequada - e não foi o que aconteceu.

Para competir com a velocidade da rede, assim como o jornalismo profissional disputou por muito tempo com amadores de celular em punho, dessa forma legitimando-os, as editoras seguiram o mesmo caminho: livros de autores de ocasião, gôndolas de obras pretensamente analíticas, editadas na madrugada dos fatos. Muitos cafés, poucos livros.

O caminho, de acordo com o jornalista, é simples:
1) foque no seu segmento; 2) faça isso, mesmo que seu negócio diminua.

“Diminuir é melhor que quebrar. E, se segmentar é a palavra do momento, crescer pode significar mera falta de foco. (...) Há um momento de transição em que a instabilidade dos grandes chama mais atenção do que o reconfortante surgimento dos pequenos.”

Para ler o artigo completo, clique aqui.

 

 

 

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